domingo, 26 de fevereiro de 2012

RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA 16/02/12


Iniciamos a aula discutindo sobre os artigos postados pela professora Keith no Eureka, os quais foram resenhados por nós alguns dias atrás. As atividades práticas executadas nesta aula tiveram como objetivo exemplificar, através de atividades bastante lúdicas, os tipos de lutas conforme sua historia, ação motora e distancia. Aprendemos também sobre a aplicação destas atividades, em nível de iniciação esportiva.

Já partindo para a prática propriamente dita, fizemos um exercício de sociabilização, onde, reunidos em um circulo, a professora e cada aluno executava um movimento de luta de sua preferencia e dizia seu nome. Os demais repetiam o movimento e o nome. Um bom exercício para a memória também. Fizemos em seguida um aquecimento, onde os alunos, espalhados pela sala, tinham que tentar tocar o ombro de seus colegas e, simultaneamente, impedir que os outros o tocassem no mesmo local. Variou-se então para o toque no joelho e depois no abdômen. Ah! Não podemos esquecer-nos do “glúteo máximo”... Esse tipo de atividade busca inserir o aluno no contexto das lutas ditas “de percussão”, onde o objetivo principal é o toque, seja como meio ou como fim, neste caso, a média distancia. Depois houve uma variação deste exercício, em duplas, mudando-as de tempos em tempos.

Representando as lutas de domínio, tidas como lutas de curta distância, onde o principal principio ativo é o agarre, fizemos um exercício de domínio de objeto, neste caso, uma bola suíça. Ela era colocada entre dois oponentes, de costas um para outro, com os joelhos estendidos e mãos na cabeça. Ao sinal da professora, os alunos, sem levantarem-se, disputavam a bola, agarrando-a com braços, pernas, enfim, utilizando todo o corpo, rolando, engatinhando, etc.. Depois, sem a bola, o objetivo era colocar o adversário de costas no chão, iniciando da mesma forma que o exercício anterior, todavia, sem o objeto entre eles. Certo tempo depois, a professora permitiu que pudéssemos imobilizar o oponente. Lembrando que ocorreram varias trocas de adversário durante a pratica.
 
Utilizando-se de coletes, que simulavam implementos de lutas de longa distância, esta atividade tinha novamente o objetivo de tocar o adversário, nos ombros, joelhos e abdômen. Um contra um, deveriam, da forma como melhor lhes aprouvessem, projetar o colete em direção ao oponente ao mesmo tempo em que se esquivavam das investidas dele, também havendo mudança de par após determinado tempo.

A última prática em duplas envolveu ações motoras das lutas de percussão e domínio, classificadas como lutas mistas. Cada um mantinha um colete preso em determinado local de seu corpo (amarrado na perna, em torno do pescoço, etc.). O objetivo era conseguir retirar o objeto do companheiro, sendo permitido, para isso, agarrar, derrubar, imobilizar e, não necessariamente tocar, mas utilizar-se da distância, das esquivas e das investidas típicas das lutas de percussão para obter sucesso.

Ainda, numa última atividade coletiva, com todos os alunos espalhados pelo recinto, a professora Keith chamava um nome, aleatoriamente, momento em que os demais tentavam tocar o “escolhido” com o colete, “incentivando-o” a fugir, esquivar-se, defender-se. Pratica bastante descontraída para fechar os trabalhos da noite.

Por fim, o que podemos dizer sobre essa primeira aula prática da disciplina de Lutas, é que, além de muito produtiva, foi das mais divertidas que já nos foram aplicadas durante o curso, o que nos motiva a procurar obter mais conhecimentos sobre as modalidades relacionadas, entendendo que podemos nos tornar profissionais capacitados para trabalhar em tal área

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